sexta-feira, 8 de junho de 2012

As adversidades e o grande amor de Deus


Romanos 8. 35-37
Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.

As adversidades são elementos sempre presentes no processo de construção de nossas histórias de vida. Elas se apresentam com adjetivos os mais diversos e a maneira como lidamos com elas determinam nossa qualidade de vida. Alguns as relativizam ignorando suas implicações, outros as superlativizam ao permitirem que seus pesos esmaguem toda sorte de esperança e perspectiva de vitória.
Para o olhar cristocêntrico do Apóstolo Paulo as situações adversas como tribulações, angustias, fome, nudez, perseguição e mesmo os riscos de morte, em nada significam que o amor de Deus para conosco deixou de existir, pelo contrario, cada adversidade apresenta-se como testemunha fiel de que por seu grande amor somos mais que vencedores, visto que o amor de Deus para conosco não se estabelece sob a vigência da lei de causa e efeito, nem está sujeito a variações circunstanciais, posto que ele seja eterno e imutável. 
Em Cristo Jesus, Pb. Anderson Moura

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